terça-feira, 8 de junho de 2010

Fé de fênix

Há em mim feixes de esperança, que por vezes fenecem, fundidas no coser dos dias, desse cotidiano fatídico de dias sem sol nem sombra, sem cor nem crença. Os fatos são feios, os mundo é feio e falso nesses dias, e não há felicidade a oferecer. Feito um fraco amor, farto do cansaço, da monotonia, acaba antes do ocaso, sem dar chance ao feitiço das cores...  Porém, eu sei que o fado da fé é cíclico: fora ao dissabor da vida! E fecunda-se, no túmulo de concreto, o bojo do meu coração, fazendo espetáculo fascinante: floresce em minh'alma, e o favo do mel, e o jorro da água, e o brilho do bicho novo, a desejar tudo que vem a seguir: É a fênix da fé, brilhante e fugaz, sem memória e sem desprezo.

Um comentário:

Augusto Faria disse...

vou te processar por plagiar sentimentos