quinta-feira, 28 de abril de 2011

Querido,

ontem chorei. Chorei de soluçar, dentro do escuro de um ônibus que metaforicamente me trazia até você - jamais poderei te atingir. Fones de ouvido e eu estava sozinha. Completamente sozinha, não fosse pela tua presença - jamais consigo me livrar de ti. Por acidente, ouvi as nossas músicas e me transportei para quando estive dentro de você: não coube mais em mim.

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